cá estamos

o quem é quem por trás da deCÁ

O fundador

Tiago

Cresci entre Setúbal, Monte Gordo e Lisboa. Vivi seis anos entre França e Espanha e passei dezassete no maior grupo de beleza do mundo a aprender a construir marcas globais. Mas foi longe que percebi o que é uma cultura.

Num almoço em França, todos começaram a rir de referências a um programa de infância. Eu não percebi nada. Ali caiu-me a ficha: cultura não é apenas língua ou território. É um património invisível de memórias e símbolos que nos faz reconhecer, na hora, quem é deCÁ. Percebi também que, enquanto o mundo se foca no que nos separa, o que nos faz crescer é o que nos une.

A deCÁ nasceu aí. Não só para celebrar o que somos, mas para dar recursos, visibilidade e oportunidades a quem faz a nossa cultura avançar. Os dois anos mais difíceis da minha vida deram-me o tempo que precisava para tomar a decisão que adiava: voltar a Portugal para pôr esta experiência ao serviço deCÁ.

Quando lançámos, muitos viram apenas t-shirts para o Mundial. A culpa foi minha. Não soube explicar que a roupa nunca foi o objetivo, mas sim o primeiro símbolo.

Dizem que sou demasiado exigente e persistente. Têm razão. Peço desculpa se às vezes insisto além da conta, mas os projetos que mudaram a minha vida começaram sempre quando a visão parecia maior do que o possível. Para mim, o impossível não é um destino mas um convite para nos prepararmos melhor e juntarmos as pessoas certas. Porque quando uma visão une as pessoas, a fasquia deixa de ser um limite e passa a ser só o próximo objetivo.

O criativo

João

Defino-me como alguém demasiado criativo... e geminiano de gema.

Designer, músico, gestor de redes sociais, ilustrador... e incapaz de escolher só uma coisa para fazer. Ou, por outras palavras, um verdadeiro idiota.

Pelo caminho, também criei a *kindregards*, uma marca de stickers e papelaria onde transformo algumas das minhas ideias em objetos que as pessoas podem levar consigo.

O *content_or* nasceu da necessidade de reunir todas as ideias, projetos e obsessões que me vão passando pela cabeça. E, convenhamos, só um contentor consegue aguentar tanta coisa ao mesmo tempo.

O criador de conteúdos

Carlos

Brasileiro a viver em Portugal há mais de sete anos. Vim da publicidade, mas nunca consegui limitar as ideias à comunicação. Gosto de criar coisas que saem do ecrã e ganham vida.

Sou apaixonado por café (ao ponto de abrir um), criador de conteúdo, faço vídeos, faço café, faço de tudo um pouco. Entre um vlog, uma ideia para as redes ou uma conversa à volta de uma chávena, o objetivo acaba por ser sempre o mesmo: criar conteúdo e não apenas mais um post.

O FAZ TUDO

Hugo

Nortenho de gema e mestre na arte do desenrasque. Estudei teatro durante muitos anos, por isso guião nenhum me assusta: se o plano falha, o improviso resolve. Foi no palco que percebi que comunicar é muito mais do que debitar um texto decorado. Comunicar a sério é ler a sala, sentir o ritmo da rua e ter a audácia de quebrar as regras quando o guião fica secante.

É exatamente essa escola do improviso e da ação que aplico em tudo o que crio. Não sei deixar projetos no papel nem ideias a ganhar pó. Para mim, comunicar é tirar as coisas da cabeça, dar-lhes vida no mundo real e fazê-las acontecer com a energia crua de quem não espera por autorização para entrar em cena. Se a ideia é boa, põe-se de pé.

o Protagonista

Francisco

a Gramática Visual

Rodrigo

Rodrigo de Noronha é Designer de Comunicação e Marca, sediado em Lisboa.
O seu trabalho nasce do encontro entre a tipografia, o conceito e a cultura contemporânea, partindo da essência de cada marca para a traduzir em sistemas visuais com significado. Entende a sua arte como uma forma de storytelling: uma linguagem visual capaz de provocar reflexão, despertar emoção e permanecer na memória.

Talvez porque em Portugal é à mesa que tudo começa, o seu percurso tem-se ligado sobretudo à restauração, colaborando com projetos distinguidos pelo Guia Michelin e com grupos de referência nas áreas da hotelaria e do design. Desde 2022, este caminho estende-se também a Madrid, com o seu trabalho reconhecido por publicações internacionais como a Favourite Design Book, a Briefing, a World Brand Design Society, Packaging of the World, entre outros...